Do que eu tenho mais medo? Da a velhice. Costumava ir no psicólogo quando mais nova por conta disso.Pra mim é a mais apavorante das coisas que ainda me dão medo. Me dá ânsia quando eu penso nas pessoas que eu gosto envelhecendo e na maioria das vezes perdendo a saúde, o juízo, a felicidade. Tudo é tão preto e branco e triste nessa fase, as pessoas velhas mendigam palavras, carinho e até mesmo coisas básicas como um segurar de sacolas ou uma ida ao banheiro. Viram crianças, porém sem atenção. Eu fico triste, muitas das vezes quero fazer alguma coisa, mas não consigo passar de mais uma adulta idiota, sem paciência e egoísta que só consegue ficar triste com isso . Se eu pudesse mudar uma única coisa no mundo seria essa. Por mim não teríamos pessoas velhas, talvez idosas, mas velhas eu não deixaria ter. Que crueldade deve ser você saber que não lhe restam nem mais 5 anos de vida. A velhice é a mais cruel e demorada das coisas que o ser humano passa. Eu tenho medo dessa afirmação, mas eu não quero ficar velha !
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Vinte anos ontem eu fiz. E uma das lembraças que me veieram foi uma vontade que eu tinha quando criança. Queria que tudo acabasse pra mim depois dos vinte, sim eu pedia para Deus não deixar eu envelhecer mais que isso. Engraçado que hoje tremo de medo dele me atender, mas ao mesmo tempo continuo com o receio de passar dos 20 (vai entender).
Também estive olhando esse blog, e minhas surpreendentes sete mil e tantas visitas. Sim, sete mil pessoas passaram por aqui nos ultimos tempos, e aposto que algumas delas acompanharam o meu regresso no quesito sensibilidade, rs. É meus amigos(imaginários ou não), eu não sou mais aquela estroinada de 15 anos que vivia em mil sençaões. Quem será que eu sou agora, heim?
Também estive olhando esse blog, e minhas surpreendentes sete mil e tantas visitas. Sim, sete mil pessoas passaram por aqui nos ultimos tempos, e aposto que algumas delas acompanharam o meu regresso no quesito sensibilidade, rs. É meus amigos
Fazendo um breve resumo,
acho que me tornei uma pessoa mais calma, mais gentil, mais preocupada com os sentimentos dos outros que com meus próprios. Eu não explodo há tempos, e confesso que por alguns meses senti falta disso, hoje me sinto aliviada. Juro que sempre venho ao meu blog e penso: vou esperar um momento crítico pra eu escrever aqui. Mas sabe, são raros esses momentos muito!. Então acho que posso mudar meu estilo de escrita, porque aquela fase minha já passou. Quero escrever agora sobre coisas que realmente importam, e que não necessariamente sejam coisas ruims ou relacionadas a meu glorioso ego como costumavam ser. Quero agora falar das minhas calmarias, da minha fase legal, quero até discutir política, mostrar viagens, descrever sensações...Enfim, quero voltar a ativa no blog, mas do modo que eu sou agora :)
ps: começarei mudando o visual da página hehehe
Amanda
domingo, 14 de abril de 2013
Uma voz que cala, diz mais que mil palavras que gritam.
Tenho ficado mais em silêncio, e quando as coisas nao saem da minha maneira tenho aprendido a me calar.
Eu estourava fácil, falava ansneiras. Magoava, e me magoava.
Há alguns dias tenho reconhecido o valor do silêncio e é uma das virtudes que eu sempre desejei ter.
Obrigada senhor, por cada instante que tenho passado nesse estado agradabilíssimo de saber me calar.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Tenho aprendido a não reclamar das segundas feiras.
Já não brigo com o despertador, eu já sei sentir frio, calor, solidão.
E vi que o tempo passa, devagar e depressa demais.
Aprendi a obedece-lo.
Sinto que a época de transformação e explosão está escorrendo numa enxurrada qualquer,
Meu querer já cabe em mim, e é linda a paz que isso me traz.
Hoje eu consigo guardar minha saudade, e a senti-la e delicia-la delicadamente...
Delicadamente...
Já não brigo com o despertador, eu já sei sentir frio, calor, solidão.
E vi que o tempo passa, devagar e depressa demais.
Aprendi a obedece-lo.
Sinto que a época de transformação e explosão está escorrendo numa enxurrada qualquer,
Meu querer já cabe em mim, e é linda a paz que isso me traz.
Hoje eu consigo guardar minha saudade, e a senti-la e delicia-la delicadamente...
Delicadamente...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
A dor de cada pedaço que lhe arrancam é aliviada pela esperança da armadura que se forma.
O doer vai passar, e dias claros e felizes virão.
É como malhar: cansa, machuca, mata. Mas deixa a gente mais forte e bonito. E foi pra isso que ela veio, pra voltar forte, mais forte que aqueles fortes de praia. Ela vai ter a vista lá de cima.
Vai ser leve, meu amigo. Vai ser livre :)
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