Existem dias secos e existem dias molhados, que são aqueles nos quais a gente se vê chorando e parece que na vida inteira você só precisa que alguém(pode ser um estranho) te pegue no colo, te leve pra tomar sorvete e te faça rir fazendo seus soluços se confundirem com seus lábios se abrindo.
Existem dias que a gente nota o quanto a gente se perdeu por aí, que a gente se dá conta que as pessoas são espinhos que cortam e dilaceram e também que sopram. Nessas horas também eu me dou conta conta de escrever é bom demais, e logo aqui no meu blog esquecido. E que sim, escrever não vai te levar pra tomar sorvete, mas vai desentupir parte do que está entalado, mesmo que você no final não saia nada com sentido.
De repente tu quer se ver frente a frente a e conversar, assim como quem questiona um preso naquelas séries americanas. Queria poder me questionar tanta coisa, se eu sou uma alma boa ou se eu não passo de um espírito decaído tentando me passar pra trás. Se todos os meus defeitos e perfeições não são na verdade um teatro, que eu me prego pra viver.
Ás vezes falta coerência nos meus textos, mas também mais que isso, as vezes me falta a paz, me falta a luz, me falta expectativa, e eu tenho vontade de abrir esse paletó que me prende e me dissolver. Me colocar em posição fetal e chorar até a cabeça doer, porque sim isso resolve. E isso tudo aí molha o dia da gente, faz a gente querer sorvete e amigo. Faz a gente querer voltar no tempo e ver de novo o mundo diferente.
Existem dias que a gente nota o quanto a gente se perdeu por aí, que a gente se dá conta que as pessoas são espinhos que cortam e dilaceram e também que sopram. Nessas horas também eu me dou conta conta de escrever é bom demais, e logo aqui no meu blog esquecido. E que sim, escrever não vai te levar pra tomar sorvete, mas vai desentupir parte do que está entalado, mesmo que você no final não saia nada com sentido.
De repente tu quer se ver frente a frente a e conversar, assim como quem questiona um preso naquelas séries americanas. Queria poder me questionar tanta coisa, se eu sou uma alma boa ou se eu não passo de um espírito decaído tentando me passar pra trás. Se todos os meus defeitos e perfeições não são na verdade um teatro, que eu me prego pra viver.
Ás vezes falta coerência nos meus textos, mas também mais que isso, as vezes me falta a paz, me falta a luz, me falta expectativa, e eu tenho vontade de abrir esse paletó que me prende e me dissolver. Me colocar em posição fetal e chorar até a cabeça doer, porque sim isso resolve. E isso tudo aí molha o dia da gente, faz a gente querer sorvete e amigo. Faz a gente querer voltar no tempo e ver de novo o mundo diferente.
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