domingo, 14 de abril de 2013

Uma voz que cala, diz mais que mil palavras que gritam.
Tenho ficado mais em silêncio, e quando as coisas nao saem da minha maneira tenho aprendido a me calar.
Eu estourava fácil, falava ansneiras. Magoava, e me magoava.
Há alguns dias tenho reconhecido o valor do silêncio e  é uma das virtudes que eu sempre desejei ter.
Obrigada senhor, por cada instante que tenho passado nesse estado agradabilíssimo de saber me calar.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Tenho aprendido a não reclamar das segundas feiras.
 Já não brigo com o despertador, eu  já sei sentir frio, calor, solidão.
E vi que o tempo passa, devagar e depressa demais.
Aprendi a obedece-lo.
Sinto que a época de transformação e explosão está escorrendo numa enxurrada qualquer,
Meu querer já cabe em mim, e é linda a paz que isso me traz.
Hoje eu consigo guardar minha saudade, e a senti-la e delicia-la delicadamente...
Delicadamente...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


A dor de cada pedaço que lhe arrancam é aliviada pela esperança da armadura que se forma.
O doer vai passar, e dias claros e felizes virão.
É como malhar: cansa, machuca, mata. Mas deixa a gente mais forte e bonito. E foi pra isso que ela veio, pra voltar forte, mais forte que aqueles fortes de praia. Ela vai ter a vista lá de cima.
Vai ser leve, meu amigo. Vai ser livre :)

sábado, 20 de outubro de 2012

E no meio de tanta crise, Deus resolveu me mandar pra longe. Bem longe, onde o sol nasce primeiro. Me mudou de cidade, de país, de continente. Estou aqui, a penar no frio da Europa. Um mês, e minha vida completamente mudada. O mundo todo aberto pra mim.
Pois vim aqui agradecer (não sei ainda a quem) por essa oportunidade de crescimento que estou tendo. Doer dói, a saudade irrita mais que o frio. Serão dois longos anos, eu bem sei. Mas eu vou viver a cada dia com um sorriso na alma, pois o mundo sempre tem razão. 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Nem eu me suporto mais, meu Deus. Que dia é esse, que fase ruim.
Você foi embora tão abruptamente, me deixou sem chão. O que que eu faço agora, me diz ?
Eu sei que essa dor vai passar, mas vai passar vem devagarinho.
Com a gente tinha que ser assim também. Me deixar devagarinho, bem devagarinho.
Assim doeu demais.
Os amigos me consolam, me fazem feliz por algum tempo. Mas passa logo...
e eu ando nessa oscilação, que me faz desesperar